Não é ensaio. Não é roteiro fixo. É uma manhã (ou tarde) inteira com um guia-fotógrafo apaixonado pela cidade — e a câmera sempre pronta.
É mais ou menos isso. Só que ao invés de tapete vermelho, você tem pedras coloniais. E ao invés de flashes chatos e poses constrangidas, você tem uma câmera que aparece — e desaparece — no momento certo.
O Tiradentes Phototour é um passeio guiado pela cidade histórica com um detalhe: eu já combinei (isso é ironia) a sua autorização para fotografar tudo. O que acontece durante as três horas é fotografia. O resto — a conversa, o queijo, o beco que você nunca teria encontrado sozinho — é o motivo pelo qual as fotos ficam bonitas.
Metade disso é foto. A outra metade é história real contada por quem vive aqui. Por isso custa o que custa — e vale mais do que isso.
O roteiro acontece conforme a luz e o que a cidade oferece naquele dia. Mas geralmente passa por:
Seleção e edição das melhores imagens do passeio, entregues em 2 a 5 dias. Sem limite mínimo ou máximo — o que vale é o que ficou bom.
Fotos rápidas do meu celular e do seu durante o caminho. Stories espontâneos. O material extra que ninguém planeja mas todo mundo ama.
Dicas de restaurantes, o que fazer, o que evitar — e as histórias reais que não estão em nenhum guia turístico. Isso não tem preço. Mas já tá incluído.
Três horas. Uma câmera. Uma cidade que parece que sempre soube que você ia aparecer por aqui.